{"id":7475,"date":"2025-06-07T14:40:50","date_gmt":"2025-06-07T17:40:50","guid":{"rendered":"https:\/\/nordesteimprensa.com.br\/?p=7475"},"modified":"2025-06-07T14:40:50","modified_gmt":"2025-06-07T17:40:50","slug":"evangelicos-crescem-e-representam-mais-de-um-quarto-da-populacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nordesteimprensa.com.br\/index.php\/2025\/06\/07\/evangelicos-crescem-e-representam-mais-de-um-quarto-da-populacao\/","title":{"rendered":"Evang\u00e9licos crescem e representam mais de um quarto da popula\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>A propor\u00e7\u00e3o de evang\u00e9licos na popula\u00e7\u00e3o brasileira continua crescendo, segundo dados do Censo 2022, divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O levantamento mostra que 26,9% dos brasileiros, ou seja, mais de um quarto da popula\u00e7\u00e3o, se identificavam como seguidores dessa denomina\u00e7\u00e3o religiosa.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/imagens.f5news.com.br\/noticias\/2025\/06\/evangelicos-crescem-_2025-06-06113922.jpg\"><\/a>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n\n\n\n<p>O Censo incluiu no levantamento apenas pessoas com 10 anos ou mais de idade.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo dos evang\u00e9licos foi o que mais cresceu entre 2010 e 2022 (5,3 pontos percentuais), segundo o IBGE, j\u00e1 que, segundo o Censo anterior, de 2010, eles representavam 21,6% dos brasileiros, um pouco mais de um quinto da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs evang\u00e9licos est\u00e3o se impondo mais na sociedade, colocando mais seus valores, suas ideias, sua f\u00e9\u201d, afirma a pesquisadora da IBGE Maria Goreth Santos.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, o instituto mostrou que o ritmo de crescimento dessa religi\u00e3o caiu. De 2000 para 2010, por exemplo, a alta havia sido de 6,5 pontos percentuais (de 15,1% para 21,6%). De 1991 para 2000, o avan\u00e7o tinha sido de 6,1 pontos percentuais (de 9% para 15,1%).<\/p>\n\n\n\n<p>Os sem religi\u00e3o, que incluem qualquer pessoa que n\u00e3o se identifica com nenhuma denomina\u00e7\u00e3o e aquelas que n\u00e3o t\u00eam qualquer f\u00e9 (ateus e agn\u00f3sticos), tamb\u00e9m cresceram, de 7,9%, em 2010, para 9,3%, em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe a pessoa se declara sem religi\u00e3o, a gente registra que \u00e9 sem religi\u00e3o, mas n\u00e3o tem uma pergunta que busque especificar por que motivo a pessoa se declarou sem religi\u00e3o\u201d, afirma o tamb\u00e9m pesquisador do IBGE Bruno Perez.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro fen\u00f4meno percebido pela pesquisa foi o crescimento das religi\u00f5es de matriz africana, como umbanda e candombl\u00e9, que passaram de 0,3% em 2010 para 1% em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUm movimento tem sido feito nos \u00faltimos contra a intoler\u00e2ncia religiosa. E essas pessoas est\u00e3o se colocando como umbandistas, candomblecistas, est\u00e3o se voltando para essa religiosidade. A gente pode ter tamb\u00e9m uma migra\u00e7\u00e3o das pessoas [que j\u00e1 seguiam essas religi\u00f5es, mas] que se declaravam como esp\u00edritas ou como cat\u00f3licas, em fun\u00e7\u00e3o do medo ou da vergonha de se declararem como umbandistas ou candomblecistas\u201d, destaca Maria Goreth.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cat\u00f3licos<\/strong><br>Por outro lado, os cat\u00f3licos apost\u00f3licos romanos recuaram no pa\u00eds, de 65%, em 2010, para 56,7%, em 2022. A queda da participa\u00e7\u00e3o dos cat\u00f3licos no total da popula\u00e7\u00e3o do Brasil vem sendo registrada em toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica do levantamento, iniciada em 1872.<\/p>\n\n\n\n<p>Naquele ano, por exemplo, eles representavam a quase totalidade da popula\u00e7\u00e3o (99,7%). Em 2000, passaram a ser tr\u00eas quartos da popula\u00e7\u00e3o (74,1%), chegando a dois ter\u00e7os em 2010 e se aproximando da metade, em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>O Nordeste e o Sul eram as regi\u00f5es com maior participa\u00e7\u00e3o de cat\u00f3licos, em 2022: 63,9% e 62,4%, respectivamente. J\u00e1 o Norte tinha a menor participa\u00e7\u00e3o: 50,5%. No Centro-Oeste e no Sudeste, os percentuais eram de 52,6% e 52,2%, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cat\u00f3licos ainda eram maioria em 4.881 munic\u00edpios brasileiros. Em 20 deles, dos quais 14 est\u00e3o no Rio Grande do Sul, os cat\u00f3licos superavam 95%. As maiores propor\u00e7\u00f5es estavam naqueles locais ga\u00fachos com imigra\u00e7\u00e3o italiana e\/ou polonesa: Montauri, Centen\u00e1rio, Uni\u00e3o da Serra e Vespasiano Corr\u00eaa.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre aqueles munic\u00edpios com mais de 100 mil habitantes, Crato (CE) tinha a maior propor\u00e7\u00e3o de cat\u00f3licos em 2022 (81,3%).<\/p>\n\n\n\n<p>Analisando-se as unidades da federa\u00e7\u00e3o, a maior propor\u00e7\u00e3o de cat\u00f3licos apost\u00f3licos romanos foi observada no Piau\u00ed (77,4%), enquanto a menor foi registrada em Roraima (37,9%).<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Censo, a propor\u00e7\u00e3o de cat\u00f3licos aumenta de acordo com a idade, a partir 30 anos. Entre os que t\u00eam 20 a 29 anos, por exemplo, 51,2% diziam seguir essa denomina\u00e7\u00e3o. Na popula\u00e7\u00e3o com 80 anos ou mais, o percentual chegava a 72%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Evang\u00e9licos<\/strong><br>A distribui\u00e7\u00e3o dos evang\u00e9licos por faixa et\u00e1ria \u00e9 mais uniforme, mas \u00e9 um pouco maior entre as faixas et\u00e1rias mais jovens. Entre aqueles que t\u00eam de 10 a 14 anos, por exemplo, 31,6% declararam ter essa religi\u00e3o, em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>O percentual varia entre 27,5% e 28,9%, na faixa de 15 a 49 anos. A partir da\u00ed, os evang\u00e9licos t\u00eam ligeira queda conforme a idade avan\u00e7a, chegando \u00e0 parcela de 19% entre aqueles com 80 anos ou mais.<\/p>\n\n\n\n<p>A Regi\u00e3o Norte possu\u00eda maior propor\u00e7\u00e3o de evang\u00e9licos na popula\u00e7\u00e3o (36,8%), seguida pelo Centro-Oeste (31,4%). Sudeste e Sul tinham, respectivamente, 28% e 23,7%. O Nordeste apresentava a menor propor\u00e7\u00e3o: 22,5%.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os estados com maior popula\u00e7\u00e3o de evang\u00e9licos, destaca-se o Acre (44,4%). Piau\u00ed tinha a menor propor\u00e7\u00e3o de seguidores dessa denomina\u00e7\u00e3o na sua popula\u00e7\u00e3o (15,6%).<\/p>\n\n\n\n<p>Os evang\u00e9licos eram maioria da popula\u00e7\u00e3o em apenas 58 munic\u00edpios, com destaque para aqueles de coloniza\u00e7\u00e3o alem\u00e3\/pomerana: Arroio do Padre (RS), Arabut\u00e3 (SC) e Santa Maria de Jetib\u00e1 (ES). Em 244 munic\u00edpios, eles n\u00e3o eram maioria, mas representavam a principal religi\u00e3o. Manacapuru (AM) era o munic\u00edpio com mais de 100 mil habitantes que registrou a maior propor\u00e7\u00e3o de evang\u00e9licos (51,8%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Outras denomina\u00e7\u00f5es<\/strong><br>O Censo mostrou ainda o crescimento de pessoas que declaram ter outras religiosidades (como juda\u00edsmo, islamismo, budismo, tradi\u00e7\u00f5es esot\u00e9ricas ou v\u00e1rias religi\u00f5es), que passaram de 2,7%, em 2010, para 4%, em 2022; e tradi\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas (de 0 para 0,1% no per\u00edodo).<\/p>\n\n\n\n<p>Os esp\u00edritas, por outro lado, reduziram sua presen\u00e7a na matriz religiosa brasileira, passando de 2,1% para 1,8%, entre os dois censos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2022, Roraima era o estado com maior propor\u00e7\u00e3o de pessoas com tradi\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas na popula\u00e7\u00e3o (1,7%), de outras religiosidades (7,8%) e sem religi\u00e3o (16,9%). Neste \u00faltimo caso, o posto \u00e9 dividido com o Rio de Janeiro, que tamb\u00e9m possu\u00eda 16,9% de pessoas sem religi\u00e3o. O Rio tamb\u00e9m tinha a maior propor\u00e7\u00e3o de esp\u00edritas na popula\u00e7\u00e3o (3,5%).<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o Rio Grande do Sul apresentou a maior propor\u00e7\u00e3o de praticantes de umbanda, candombl\u00e9 e outras religi\u00f5es de matriz africana (3,2%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>RELIGI\u00d5ES NO BRASI<\/strong>L&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>2010<\/strong>&nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; 2022<\/strong><br>Cat\u00f3lica apost\u00f3lica romana&nbsp;&nbsp; &nbsp;65%&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 56,7%<br>Evang\u00e9licas&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 21,7%&nbsp; &nbsp; &nbsp;26,9%<br>Esp\u00edrita&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;2,1%&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;1,8%<br>Umbanda e candombl\u00e9&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 0,3%&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;1%<br>Tradi\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;0&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; 0,1%<br>Outras religiosidades&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;2,7%&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;4%<br>Sem religi\u00e3o&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 7,9%&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;9,3%<br>N\u00e3o sabe\/sem declara\u00e7\u00e3o&nbsp;&nbsp; &nbsp;0,1%&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 0,2%<br>&nbsp;Fonte: IBGE<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cor e sexo<\/strong><br>De acordo com o IBGE, as mulheres eram maioria em quase todos os grupos de religi\u00f5es, em 2022, com exce\u00e7\u00e3o das pessoas sem religi\u00e3o, em que os homens representavam 56,2%, e de tradi\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, onde os homens eram 50,9%.<\/p>\n\n\n\n<p>No catolicismo, elas representavam 51% do total dos seguidores desta religi\u00e3o, percentual inferior \u00e0 participa\u00e7\u00e3o feminina na popula\u00e7\u00e3o total com mais de 10 anos (51,8%).<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo com maior percentual de mulheres \u00e9 o de esp\u00edritas, em que elas representavam 60,6% do total. Em seguida, aparece o grupo umbanda e candombl\u00e9, em que elas eram 56,7%. Entre os evang\u00e9licos, elas respondiam por 55,4% do total de fi\u00e9is.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2022, o catolicismo predominou em todas as categorias de cor ou ra\u00e7a. Dentre os que se declararam brancos, 60,2% se identificavam como cat\u00f3licos apost\u00f3licos romanos, 23,5% como evang\u00e9licos e 8,4% como sem religi\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as pessoas que se declararam pretas, 49% eram cat\u00f3licas, 30% evang\u00e9licas e 12,3% sem religi\u00e3o. J\u00e1 entre os pardos, as propor\u00e7\u00f5es eram de 55,6% de cat\u00f3licos, 29,3% de evang\u00e9licos e 9,3% sem religi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O Censo mostrou que a popula\u00e7\u00e3o com maior percentual de evang\u00e9licos s\u00e3o os ind\u00edgenas (32,2%). Entre eles, 42,7% s\u00e3o cat\u00f3licos e apenas 7,6% seguem as tradi\u00e7\u00f5es religiosas ind\u00edgenas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Escolaridade<\/strong><br>No recorte de escolaridade, o Censo observou que, entre aqueles com 15 anos ou mais, a maior taxa de analfabetismo foi observada naqueles que seguem tradi\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas (24,6%) e nos cat\u00f3licos (7,8%). Entre os evang\u00e9licos, que aparecem em terceiro lugar, a taxa era de 5,4%.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos demais grupos, a taxa era de 5,3% para os sem religi\u00e3o, de 3% para outras religiosidades, de 2,4% para umbanda e candombl\u00e9 e 1% para os esp\u00edritas.<\/p>\n\n\n\n<p>Analisando-se a escolaridade da popula\u00e7\u00e3o com 25 anos ou mais, o Censo constatou que o grupo religioso com maior n\u00famero de pessoas com ensino superior completo era o de esp\u00edritas (48%), seguido por umbanda e candombl\u00e9 (25,5%), outras religiosidades (23,6%) e sem religi\u00e3o (20,5%).<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os cat\u00f3licos, o percentual era de 18,4%, enquanto que, entre os evang\u00e9licos, era de 14,4%. No grupo daqueles que declararam seguir tradi\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, 12,2% tinham ensino superior completo.<\/p>\n\n\n\n<p>As propor\u00e7\u00f5es de pessoas sem instru\u00e7\u00e3o ou com ensino fundamental incompleto em cada grupo de religi\u00e3o foram: esp\u00edritas (11,3%), umbanda e candombl\u00e9 (19,9%), outras religiosidades (23,6%), sem religi\u00e3o (30,1%), evang\u00e9licos (34,9%), cat\u00f3licos (38%) e tradi\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas (53,6%).<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: F5news<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A propor\u00e7\u00e3o de evang\u00e9licos na popula\u00e7\u00e3o brasileira continua crescendo, segundo dados do Censo 2022, divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O levantamento mostra que 26,9% dos brasileiros, ou seja, mais de um quarto da popula\u00e7\u00e3o, se identificavam como seguidores dessa denomina\u00e7\u00e3o religiosa. 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