Há cerca de uma década, Sergipe possuía nota D na Capacidade de Pagamento (Capag), a pior classificação atribuída pela Secretaria do Tesouro Nacional aos estados brasileiros. Hoje, o cenário é completamente diferente: sob a gestão do governador Fábio Mitidieri, o Estado alcançou e manteve a nota A, o mais alto nível de avaliação da saúde fiscal.
Segundo a equipe econômica do Governo do Estado, a recuperação foi construída por meio de um processo contínuo de ajuste das contas públicas, com controle das despesas, fortalecimento da arrecadação, redução do endividamento e melhoria dos indicadores fiscais. A trajetória levou Sergipe da nota D para a C, depois para a B e, em 2024, ao conceito máximo da Capag.
A manutenção da nota A foi destacada durante a audiência pública de prestação de contas do primeiro quadrimestre de 2026, quando a Secretaria da Fazenda ressaltou que o equilíbrio fiscal também permitiu ampliar a capacidade de investimentos do Estado. No período, Sergipe registrou o maior volume de investimentos já realizado em um primeiro quadrimestre, reflexo da combinação entre responsabilidade fiscal e capacidade de planejamento.
Além de representar um reconhecimento técnico da gestão financeira, a nota máxima amplia o acesso do Estado a financiamentos com garantia da União e fortalece as condições para executar obras estruturantes e ampliar políticas públicas. Para o Governo de Sergipe, o resultado consolida uma mudança de cenário em relação aos anos anteriores e reforça a estratégia de aliar responsabilidade fiscal à expansão dos investimentos públicos.

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