Analgésicos e medicamentos para dor e febre estão entre as principais causasEntre 2015 e 2024, Sergipe registrou 368 casos de envenenamento, segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência (ABRAMEDE). O estudo levou em consideração os atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em prontos-socorros, relacionados a envenenamentos que necessitaram internação e, em alguns casos, evoluíram para óbito. O levantamento, em âmbito nacional, mapeou as principais causas identificadas nos episódios acidentais. Nesse recorte, os envenenamentos por exposição a analgésicos e medicamentos utilizados para aliviar dor, febre e inflamação lideram a lista, com 2.225 registros. Já os casos de internação por intoxicação proposital somaram 3.641 em todo o país, sendo que Sergipe respondeu por apenas oito internações em dez anos. Em relação à idade das vítimas, o destaque está entre adultos jovens de 20 a 29 anos, que concentram o maior número de registros, seguidos por crianças de 1 a 4 anos. As faixas etárias com menor número de ocorrências são as de bebês com menos de um ano, além de idosos entre 70 e 79 anos e aqueles com 80 anos ou mais. 

Entre 2015 e 2024, Sergipe registrou 368 casos de envenenamento, segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência (ABRAMEDE). O estudo levou em consideração os atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em prontos-socorros, relacionados a envenenamentos que necessitaram internação e, em alguns casos, evoluíram para óbito.

O levantamento, em âmbito nacional, mapeou as principais causas identificadas nos episódios acidentais. Nesse recorte, os envenenamentos por exposição a analgésicos e medicamentos utilizados para aliviar dor, febre e inflamação lideram a lista, com 2.225 registros. Já os casos de internação por intoxicação proposital somaram 3.641 em todo o país, sendo que Sergipe respondeu por apenas oito internações em dez anos.

Em relação à idade das vítimas, o destaque está entre adultos jovens de 20 a 29 anos, que concentram o maior número de registros, seguidos por crianças de 1 a 4 anos. As faixas etárias com menor número de ocorrências são as de bebês com menos de um ano, além de idosos entre 70 e 79 anos e aqueles com 80 anos ou mais.

Fonte: F5news

Leave a Reply

Your email address will not be published.